logo-helbor-branco

Campeonatos

resumo1

O Mogi das Cruzes/Helbor teve uma temporada histórica com grandes resultados e conquistas de objetivos maiores que os inicialmente imaginados. A equipe passou por muitos momentos ao longo desses dez meses, mas sempre se reinventou e nunca deixou a peteca cair. Foi com muita garra, muita vontade de vencer, muita disciplina e muita ambição que o time mogiano voltou a ser grande no cenário nacional com uma torcida espetacular, que mudou a visão do basquete brasileiro.

O principal objetivo em julho de 2013 era superar os números da temporada 2012/13. Agora, em maio de 2014, a sensação é de dever cumprido, metas alcançadas e um grupo que provou que vale mais a união e parceria que um possível brilho individual.

Ao longo dos 76 jogos desta temporada, tivemos vários heróis e vários vilões, mas no geral, um jogador sempre esteve em quadra pelo seu companheiro e isso foi o combustível mogiano para conquistar seus bons resultados.

Paulista:A saga começa no Campeonato Paulista. O primeiro campeonato já com os reforços e uma equipe montada por seu comandante, Paco García. Na fase de classificação, 13 vitórias e 9 derrotas. O adversário nos playoffs, o forte Pinheiros.

O basquete de Mogi, desde 2011 já havia disputado dois playoffs, 2011 e 2012, diante do Bauru, o Mogi das Cruzes/Helbor não havia vencido uma só partida eliminatória. Mas em 2013 as coisas foram diferentes e mesmo sendo eliminado, Mogi mostrou a sua força dentro de quadra e nas arquibancadas com uma invasão de mogianos no Clube Pinheiros. A eliminação veio com uma serie muito bem disputada e encerrada em 3 a 2 para o time da capital.

Jogos Abertos:disputado em Mogi das Cruzes, os Jogos abertos do Interior foi uma belíssima competição e mais uma vez quem se destacou foi a torcida mogiana que deu um show nos jogos finais.

Uma competição curta, onde apenas quatrojogos foram disputadas, duas vitórias e duas derrotas. Com essa campanha, o time mogiano ficou com a medalha de prata.

NBB 6:sem duvida o campeonato mais importante e com as maiores conquistas dos nosso basquete. A competição foi longa, ao todo foram jogados 45 partidas. Algumas delas com os portões fechados já que não cabiam mais torcedores no nosso “Caldeirão”

A primeira fase teve altas e baixas. O time começou em uma ascendente, mas depois passou por problemas, mudanças de jogadores, lesões e isso diminuiu o aproveitamento do Mogi das Cruzes/Helbor.

Quantos jogos decididos na última bola. Quantas derrotas sofridas, inclusive com o cronometro estourado. Com frieza nos momentos decisivos, com a fator casa sendo muito importante, o Mogi das Cruzes/Helbor ficou com a última colocação dos classificados, 12º colocado. Foram 32 jogos com 14 vitórias e 18 derrotas.

A superação começou logo no primeiro desfio dos playoffs, mais uma vez o Pinheiros. Diferente do Paulista, foi Mogi quem se impôs na serie, mostrou amadurecimento e ao lado dos apaixonados torcedores que fizeram da serie praticamente quatro jogos em casa. Com muita ambição e disciplina, palavras que guiaram a equipe, Mogi seguiu para as quartas de final depois de uma imponente vitória por 3 a 1 que eliminou o primeiro favorito, o Pinheiros.

Na fase seguinte, mais um grandioso desafio, um das equipes mais badaladas da competição, repleto de jogadores renomados, o Limeira. As coisas começaram mais complicadas e Mogi saiu perdendo por 2 a 0. Mais uma vez o a torcida entrou em ação e com um show no “Caldeirão” Hugo Ramos, Mogi seguiu invicto em casa  empatou a serie em 2 a 2.

No quinto e decisivo jogo, os torcedores mogianos invadiram Limeira e de perto viram um espetáculo proporcionado pelos nossos guerreiros. Com muita intensidade e sem desistir em nenhum momento, o Mogi das Cruzes/Helbor em 1m30 virou uma jogo praticamente perdido, eliminou mais um favorito e dessa vez dentro da casa do adversário. Era mais um resultado da união e da força estabelecida por esse grupo que não se conheceu limites no campeonato, 3 a 2 e mais um favorito caído diante do Mogi das Cruzes/Helbor.

Na semifinal mais uma pedreira e dessa vez um time grandioso que trazia na bagagem o último titulo do NBB e também a Liga das Américas, torneio mais importante entre clubes da América Latina. O Flamengo.

Para quem pensou que seria fácil, mais uma vez os nossos guerreiros provaram o valor da união grupo torcida. Nos dois primeiros jogos no Rio de Janeiro uma vitória para cada lado e a serie empatada em 1 a 1.

No terceiro jogo uma derrota sofrida, cruel. Exatamente na última bola, um herói improvável dentro de tantas estrelas apareceu e com um arremesso preciso, o jovem pivô Felício deu a vantagem para os cariocas diante de um “Caldeirão” pulsante e lotado.
Respeitando muito as conquistas mogianas até ali, o time rubro-negro precisou provar seu valor e fazer um grande jogo para derrotar os insistes e determinados guerreiros do Mogi das Cruzes/Helbor. A serie acabou em 3 a 1 para o Flamengo que seguiu pra a final, mas em Mogi a única sensação que não ficou foi a de derrota. Um bom sentimento de que entregamos tudo e fomos até podíamos ir.

Um dado interessante é que saímos da competição com mais vitórias que derrotas nos playoffs, ao todo foram 13 jogos com sete vitórias e seis derrotas.

A temporada de conquistas históricas acabou no dia 19 de maio, diante de 5 mil torcedores que mesmo com a derrota, não deixaram o ginásio para ovacionar e parabenizar nossa equipe pelo grande salto que deu no cenário nacional.

Mogi das Cruzes voltou a ser uma referencia no esporte e em nenhum lugar se vu o espetáculo proporcionado pelos torcedores mogainos.

Valeu demais estarmos juntos. Valeu demais cada conquista, cada bola brigada e cada momento de emoção. Seguimos mais fortes que entramos e com expectativas de um futuro ainda melhor.

Resumo da temporada:
Campeonato Paulista: 13-9 Fase de classificação, 2-3 playoffs.
Jogos Abertos do Interior: 2-2 medalha de prata.
NBB 6: 14 – 18 na fase de classificação, 7-6 nos playoffs.
(vitórias – derrotas)

#EUACREDITO #TIMEDEGUERREIROS #QUETORCIDAÉESSA #VAIMOGIIIIII